A história do Windows


1975–1981

1975–1981: Arranque da Microsoft

Os co-fundadores da Microsoft, Paul Allen (à esquerda) e Bill Gates, rodeados de computadores
Os co-fundadores da Microsoft: Paul Allen (à esquerda) e Bill Gates

Estamos na década de 70. No trabalho, dependemos de máquinas de escrever. Se precisarmos de copiar um documento, provavelmente utilizaremos um mimeógrafo ou papel químico. Poucas pessoas ouviram falar de microcomputadores, mas dois jovens entusiastas da informática, Bill Gates e Paul Allen, veem na informática pessoal um caminho para o futuro.

Em 1975, Gates e Allen formam uma parceria chamada Microsoft. Tal como a maioria das start-ups, a Microsoft começa como uma pequena empresa, mas tem uma enorme visão: um computador em cada secretária e em cada casa. Nos anos seguintes, a Microsoft começa a mudar a nossa forma de trabalho.

Os primórdios do MS-DOS

Em junho de 1980, Gates e Allen contratam Steve Ballmer, um antigo colega de turma em Harvard, para ajudá-los a gerir a empresa. No mês seguinte, a IBM sonda a Microsoft relativamente a um projeto com o nome de código "Chess" (xadrez). Em resposta, a Microsoft concentra-se num novo sistema operativo — o software que gere, ou executa, o hardware do computador, servindo igualmente de ponte entre o hardware e os programas informáticos, como um processador de texto. Consiste na base sobre a qual funcionam os programas informáticos. O novo sistema operativo é batizado de "MS-DOS".

Em 1981, ano em que os PCs da IBM a executar o MS-DOS são comercializados, este sistema apresenta uma linguagem totalmente nova ao público em geral. Escrever "C:" e vários comandos crípticos torna-se gradualmente parte do trabalho diário. As pessoas descobrem a tecla da barra invertida (\).

O MS-DOS é eficaz, mas também se revela difícil de compreender para muitas pessoas. Tem de existir uma forma mais eficaz de conceber um sistema operativo.

Curiosidade: MS‑DOS corresponde a Microsoft Disk Operating System.

Última atualização em novembro de 2013